Viver em moradia compartilhada exige paciência e gerenciamento financeiro.

Morar bem, seja em termos de espaço ou de localização, é cada vez mais caro e difícil nas grandes cidades. Valores cada vez mais altos de aluguel e condomínio se tornam barreiras para jovens adultos nos principais centros urbanos. Para morar perto do trabalho ou da faculdade, ou para ter um pouco mais de espaço, a solução é a mesma dos estudantes universitários que migraram para estudar: dividir moradia.

Dividir valores de aluguel, condomínio e despesas básicas como luz, água e internet são vantagens óbvias de dividir moradia, mas não são as únicas. Procurando em grupo, é possível encontrar espaços maiores com outros benefícios, como bons quintais e até piscina.

É verdade que toda casa tem regras e responsabilidades, e moradias compartilhadas e repúblicas não são diferentes. É preciso ser flexível e saber ceder para não amargar a convivência, mesmo nas horas difíceis. Perde-se em privacidade, mas se pode ganhar em companheirismo.

Para quem mudou de cidade sozinho, os companheiros de espaço viram uma espécie de nova família. Dividir um ambiente é difícil e requer paciência. Mas pode ser uma experiência enriquecedora de crescimento, uma preparação para cuidar de uma casa e ter família futuramente.

Por isso, exercite a paciência, construa planilhas e organize-se. Assim, a vida compartilhada fica muito mais fácil.